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QUER SABER O QUE ANDAMOS A FAZER???
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Para além de:
- organizar, anualmente, 32 concursos de Produtos Tradicionais Portugueses (em parceria com o CNEMA), 1 concurso internacional - Great Taste Award - (em parceria com a Consumer Choice) e de participar em muitos outros;
- desenvolver critérios sólidos para QUALIFICAR os genuínos produtos tradicionais;
- desenvolver, em parceria com um membro da QUALIFICA, a APP ptpt.pt (já parcialmente disponível);
- concluir diversos diversos Cadernos de Especificações e dar inicio a muitos outros;
a QUALIFICA / oriGIn Portugal continua ainda a acompanhar, de muito perto, todas as acções de defesa e de valorização das IGs, a nível mundial. Com a recente criação da antena do oriGIn em Bruxelas tem vindo a ser mais fácil:
A - acompanhar as negociações dos grandes acordos internacionais em que a UE está envolvida: China, Japão, México, Mercosul, Austrália, Nova Zelândia….
E se a lista dos produtos portugueses é sempre ínfima e de grande opacidade, o pior é não se conseguir saber quem determina quais os nomes dos produtos incluídos e quais as razões pelas quais está o produto A e não está o produto B!
Seguramente que os que lá estão não nos incomodam! O que nos incomoda são os que não estão e deveriam estar até para proteger as exportações actuais e, sobretudo, as possíveis num futuro próximo
B – acompanhar o que se passa em matéria de revisão da PAC e, naturalmente, das propostas feitas pela Comissão em termos de alterações do Regulamento 1151/2012 – regimes de qualidade para os produtos agrícolas e agro-alimentares em geral e Reg. 1308/2013 o qual inclui o regime DOP e IGP para os vinhos
E como nem tudo nos agrada, já estamos a fazer propostas alternativas que melhor sirvam os interesses dos produtores de Produtos com DOP e com IGP. E o Parlamento Europeu será, decerto, um aliado importante nestas propostas de melhoria
C – acompanhar a futura adesão da UE ao Acordo de Lisboa, alterado pelo Acto de Genebra. Esta adesão trará um enorme impulso e peso político ao Acordo de Lisboa – o que permitirá efectuar o registo de DOPs e de IGPs em muitos países não europeus, facilitando o comércio internacional mas também obrigará a Europa a repensar a sua posição em termos de protecção das IGs dos produtos não alimentares (couros, vidros, cutelarias, bordados, pedras ornamentais, utensílios de madeira, mantas e tantos mais produtos) com relevância cultural e económica e que se estão a perder se nada se fizer para os valorizar. E, como sempre, proteger as suas Indicações Geográficas e fixar-lhes padrões qualitativos é a melhor aposta e o maior apoio que pode ser dado aos seus produtores
D – acompanhar o que os outros membros do oriGIn fazem em prol das suas IGs. E é muito já que na maior parte dos casos contam com o apoio efectivo dos departamentos da administração pública que, como devem, os apoiam e lhes facilitam o caminho árduo. Claro que assim se nota muito mais a diferença para Portugal e para o desapoio que é dado a este sector
E – acompanhar o que fazem os outros Estados membros em matéria de alteração do regime de controlo sobre as DOP e IGP. Por cá ninguém fala do assunto, mas o que é facto é que o Regulamento 625/2017 sobre os controlos oficiais e cujas disposições relevantes para este assunto entram em vigor dentro de 1 ano (14.12.2019) e altera, e muito, todo o “modus faciendi” dos controlos:
Desde logo, impõe maiores regras às “autoridades competentes” em termos de lhes ser exigida competência efectiva, procedimentos claros e maior transparência na actuação.
E depois porque permite que estas “autoridades” possam delegar tarefas de controlo em organismos de inspecção, acreditado pela Norma EN ISO/IEC 17020. Espera-se que acabem, assim, as confusões com as “certificações” que só vieram trazer confusão e preços mais altos, sempre a expensas dos produtores
E, por outro lado, a delegação de competências de controlo oficial pode ser feita numa ou mais pessoas singulares
Logo, a regra comunitária implica bom senso, eficácia e custos de controlo mais baixos. Resta ver como se passarão as coisas em Portugal!
E porque tanto assunto tem que ser conhecido dos produtores, a QUALIFICA/oriGIn Portugal continua a publicar pequenos textos de apoio, como por exemplo:
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"Pedimos aos negociadores do Brexit que preservem as IGs"
Comunicado de Imprensa do oriGIn
A 30 de Março de 2019 o Reino Unido deixará a União Europeia (UE). Enquanto as negociações entre as partes continuam a garantir uma retirada ordenada, persistem incertezas quanto às futuras relações UE / Reino Unido, incluindo a protecção das Indicações Geográficas (IGs).
Para garantir a máxima estabilidade dos direitos e o mínimo de perturbação no comércio - dois princípios cruciais para qualquer operador no mercado - o nível de protecção actualmente desfrutado pelas IGs do Reino Unido (como Scotch Whisky e Stilton Cheese) no mercado interno e na futura União a 27 não devem ser diminuídos. O mesmo se aplica às actuais IGs da UE (como Champagne, Queso Manchego, Grappa e Bayerisches Bier) no que diz respeito à jurisdição do Reino Unido.
Do mesmo modo, as IGs britânicas actualmente reconhecidas em países terceiros através de acordos da UE devem continuar a beneficiar de protecção.
No White Paper de Julho o Reino Unido afirmou que o seu sistema pós-Brexit vai além do Acordo TRIPS da OMC, mas não forneceu detalhes adicionais. A incerteza jurídica permanece e é prejudicial para as empresas que precisam de planear com antecedência e ajustar-se ao novo cenário.
“Pedimos aos negociadores do Brexit que preservem as IGs, uma categoria de Direitos de Propriedade Intelectual (DPIs) que gera valor económico, social e ambiental significativo para produtores, transformadores e distribuidores. Um cenário sem acordo ou um Acordo de Retirada que não garanta o nível existente de protecção às IGs no Reino Unido seria negativo para empresas e consumidores. Pode até desencadear acções legais perante os tribunais do Reino Unido pelas associações encarregadas das IGs, para buscar compensações pelo prejuízo que sofreriam. Isso pode e deve ser evitado ”, disse o presidente do oriGIn, Claude Vermot-Desroches, falando em nome da oriGIn UE, a antena baseada em Bruxelas da aliança global dos Agrupamentos de IGs.
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Novos desafios para as indicações geográficas a nível global: Federdoc associa-se ao oriGIn
Comunicado de Imprensa do oriGIn
A Federdoc (“Confederação Nacional dos Agrupamentos de Produtores que tutelam as Denominações de Origem dos Vinhos Italianos”) associa-se ao oriGIn, a aliança global de indicações geográficas. O oriGIn, que conta com 600 associações, de 50 países, como seus membros, é o principal protagonista na protecção e promoção das indicações geográficas a nível internacional
A decisão da Federdoc chega num momento crucial para o sector, tanto a nível europeu como internacional. A União Europeia (UE) está a negociar acordos bilaterais com mercados estratégicos para vinhos italianos, como o Mercosul, a Austrália e a Nova Zelândia. Da mesma forma, as discussões para a reforma da Política Agrícola Comum (PAC) começaram em Bruxelas. Por outro lado, a nível global, vários desafios aguardam as Indicações Geográficas, como o debate sobre a sustentabilidade, os riscos concretos de um retorno às políticas proteccionistas e a protecção na Internet.
“A Federdoc continua com o seu compromisso internacional pela defesa das denominações de origem italianas. Depois de ter fundado a EFOW (Federação Europeia dos e Vinhos com Origem) - com a qual mantém uma cooperação próxima e preciosa - a Federdoc amplia o seu horizonte com a ambição de compartilhar a sua experiência nos campos de associações de produtores, qualificação e sustentabilidade, associando-se a uma rede em expansão. Nesse aspecto, acreditamos que o Federdoc pode ser um factor de crescimento”, comentou Riccardo Ricci Curbastro, presidente da Federdoc.
“Estamos entusiasmados com a associação da Federdoc. O envolvimento de uma associação tão prestigiosa fortalece a voz do oriGIn dentro das instituições regionais e internacionais, como a UE, a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e a ICANN, cujas decisões têm um impacto importante no futuro das Indicações Geográficas. Além disso, enriquece o debate e a troca de experiências dentro da nossa rede internacional”, acrescentou o presidente da OriGin Claude Vermot-Desroches.
“A sustentabilidade - com seus componentes económicos, sociais e ambientais, bem como os ajustes que ela exige em todos os agentes económicos - representa um desafio crucial para as próximas décadas. A experiência da Federdoc neste sector é certamente um incentivo para que o oriGIn continue o caminho desenvolvido nesta área, com o objectivo de consciencializar as Indicações Geográficas sobre a necessidade de estar preparado para responder aos desafios trazidos pela sustentabilidade ", concluiu Massimo Vittori, Director Executivo do oriGIn.
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PARLAMENTO EUROPEU - ACTOS PREPARATÓRIOS
Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 12 de Setembro de 2017, referente ao projecto de decisão do Conselho relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a Islândia sobre a Protecção das Indicações Geográficas dos Produtos Agrícolas e dos Géneros Alimentícios (11782/2016 — C8-0123/2017 — 2016/0252(NLE)) (LER MAIS)
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RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS Nº 116/2018 - DR 172/2018, SÉRIE I de 2018/09/06
Aprova o Programa de Valorização do Interior (Ler Mais)
DECRETO-LEI Nº 72/2018 - DR 176/2018, SÉRIE I de 2018/09/12
Cria o Portal Nacional de fornecedores do Estado (Ler Mais)
PORTARIA Nº 259/2018 - DR 177/2018, SÉRIE I de 2018/09/13
Disponibiliza o acesso à informação, em suporte electrónico de identificação das entidades previstas nas alíneas a), b) e e) do n.º 1 do artigo 4.º do regime do Registo Nacional de Pessoas Colectivas - Certidão online de inscrição de pessoa colectiva (LER Mais)
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GOVERNO APOIA PRODUTORES DE OVELHA TÍPICA DA REGIÃO DA SERRA DA ESTRELA
O Governo esclareceu esta segunda-feira que apoia os produtores de ovelhas típicas da serra da Estrela e que a Associação Nacional de Criadores tem em curso um projecto para melhoramento genético e protecção da raça.(LER MAIS)
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COREIA DO SUL VAI PASSAR A RECEBER CARNE DE SUÍNO PORTUGUESA
A Coreia do Sul é o mais recente mercado a ‘abrir-se’ às exportações de carne fresca de suíno e processados de suíno nacional. De acordo com o Ministério da Agricultura, este é um mercado que representa um potencial de 50 milhões de consumidores, que se somam aos 15 milhões de consumidores do mercado do Cambodja aberto na passada semana.(LER MAIS)
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Veja, por exemplo, a seguinte Consulta Pública:
Menções do Mercosul a proteger como menções tradicionais para vinhos da União Europeia (LER MAIS)
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No dia 12 de Setembro foi feita a avaliação suplementar dos produtos que tinham obtido 3 ESTRELAS na primeira avaliação.
No dia 8 de Outubro serão anunciados os resultados globais do GTA 2018
DESCUBRA OS VENCEDORES DO GREAT TASTE 2018 AQUI
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CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES 2018
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FIQUE ATENTO!!!
Os próximos concursos serão já entre OUTUBRO E NOVEMBRO
MANTENHA-SE INFORMADO - SIGA-NOS AQUI
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A DGAV AGILIZOU ACESSO A LISTAGEM DE FITOFÁRMACOS PARA PRODUÇÃO BIOLÓGICA SAIBA MAIS AQUI
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PORTUGAL ESTÁ HABILITADO A EXPORTAR CARNE FRESCA DE SUÍNO E PRODUTOS À BASE DE CARNE DE SUÍNO PARA O CAMBODJA
SAIBA MAIS AQUI.
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O evento que celebra a excelência cinegética do concelho e a gastronomia associada ao produto caça regressa este Outubro.
A feira, com data marcada de 26 a 28 de Outubro, terá lugar no pavilhão desportivo da vila.
Marque na sua agenda e aproveite esta ocasião para visitar ou revisitar o concelho que é Capital Nacional da Caça.
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