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Olá, Secretariado CIDTFF!

Este é o seu EDULOG express semanal.

Leia aqui o que aconteceu de mais significativo no mundo da Educação ao longo desta semana.
No rescaldo das Eleições Europeias…
O ministro da Educação lamentou que a maioria dos jovens portugueses faça parte do grupo que, no domingo, não exerceu o seu direito de voto: “A cada passo que não exercem a sua cidadania, há alguém que exerce por eles.” A taxa de abstenção a rondar os 70% “vem dizer que temos de agir urgentemente”, alertou Tiago Brandão Rodrigues, à margem da Conferência Internacional "Educação, Cidadania, Mundo. Que escola para que sociedade?" que decorreu esta semana em Lisboa. Para ler no Jornal de Notícias.

Proteção de crianças e jovens
Segundo o relatório de atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, verifica-se “um aumento registado relativamente à negligência e à exposição dos jovens a comportamentos de perigo”, dos quais “os progenitores nem sequer se apercebem”, alerta a presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Rosário Farmhouse, considerando a situação preocupante. Indisciplina, consumo de droga e álcool são alguns dos comportamentos de perigo, escreve o Diário de Notícias.

A lei tem de mudar para que as crianças possam também ser ouvidas nos tribunais por técnicos especializados, defendeu a Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, considerando que os magistrados não têm formação para o fazer. Para a ministra da Justiça, Francisca van Dunem, quando chegam à justiça, os menores não devem ter medo de falar e é preciso mostrar às crianças que há um sistema de justiça que garante os seus direitos. Declarações para ouvir na TSF.

Brincadeiras ao ar livre
40% dos professores do 1.º ciclo do ensino básico, por todo o mundo, afirmam que as crianças nas suas turmas têm menos de 30 minutos de recreio ao ar livre, num dia normal de escola, e 61% dos inquiridos consideram que brincar ao ar livre tem uma relação direta com o bem-estar das crianças. São dados do relatório Playtime Matters, realizado pela Semble a uma escala mundial. Para ler no jornal Público.

Estudar no interior sem perspetivas de emprego?
Não se pode “forçar” os alunos a estudar em instituições de ensino superior no interior do país enquanto o tecido económico não tiver resposta para dar aos diplomados, diz o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), Alberto Amaral. “O emprego qualificado diminuiu no interior, e enquanto isso não for invertido vai ser muito difícil fixar pessoas no interior”, refere Alberto Amaral em declarações ao JPN.

Portugal tem de repensar o investimento público no interior antes de querer mobilizar os estudantes para instituições de ensino superior dessas regiões. O sistema de vagas deve ter em conta as necessidades do mercado, mas também as preferências dos jovens. Estudantes que entram no curso da sua primeira escolha abandonam menos o ensino. Estas e outras ideias resultaram da EDUtalk “Há equilíbrio na distribuição regional no ensino superior?” promovida esta quarta-feira pelo EDULOG, projeto da Fundação Belmiro de Azevedo. O vídeo do debate está integralmente disponível aqui.

Notícias de outros mundos da educação
A Unicef alerta: o aumento de ataques contra escolas no Afeganistão (de 68 em 2017 para 192 em 2018)  tem levado à redução do número de crianças escolarizadas, num país há 17 anos em conflito com os talibãs. Por causa da guerra, em 2018 foram encerradas mais de mil escolas e 500 mil crianças privadas do direito à educação. Relatos do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, em inglês) para ler na revista Sábado.

Oregon tornou-se o 11.º Estado americano a exigir educação sobre o Holocausto nas escolas públicas. De 2015 a 2017, os incidentes anti-semitas quadruplicaram nos estabelecimentos de ensino básico, segundo a organização não-governamental Anti-Defamation League. Em 2018, um inquérito da  Conference on Jewish Material Claims Against Germany mostrava que 22% dos millennials dos EUA “não ouviram” ou “não têm certeza se ouviram” falar do Holocausto, lê-se na revista The Week.

Em 2018, 35% das pessoas entre os 25 e os 54 anos que completaram pelo menos o 3.º ciclo do ensino básico na União Europeia (UE) eram oriundas de países localizados fora do bloco comunitário, contrastando com 22% de nascidos no Estado-membro em que estudaram e 18% de pessoas oriundas de outro país da UE. Dados do Eurostat sobre a integração de migrantes no sistema de ensino divulgados pela agência Lusa.

Na circular de início do ano letivo, um documento que tradicionalmente define prioridades do próximo ano para o sistema educativo em França, o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, decidiu fazer recomendações específicas para o ensino da leitura e da matemática no primeiro ciclo e para o ensino de vocabulário no pré-escolar, um ciclo que será obrigatório em 2019/2020. Número de palavras a aprender, cópias e ditados são algumas das recomendações ministeriais, escreve o jornal Le Figaro.
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