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Dermatovenereologia
"Micoses cutâneas superficiais"

A Clivip deseja-lhe uma Boa Páscoa!
 
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Caros amigos,

Espero que estejam a usufruir da Primavera que finalmente nos vai presenteando com dias bonitos.
Gostava de lhes apresentar mais um elemento da nossa equipa médica, a Dra. Margarida Coelho, que vem realizar consultas de Dermatologia e Venereologia às terças e quintas-feiras. Convido-vos a ler a apresentação desta especialidade tão necessária e um artigo muito interessante que a Dra. Margarida nos escreveu sobre “Micoses cutâneas superficiais”.
Desejo-vos muito Boa Páscoa e já agora que tal “gastarem” as calorias das amêndoas com uns passeios a pé com a família, de preferência na natureza?
 
Um abraço a todos!
Sílvia Saraiva
Dermatovenereologia

A pele é o maior órgão do corpo humano e a maior interface do mesmo com o meio exterior. Ela exerce diversas funções essenciais para o funcionamento normal do nosso organismo, incluindo defesa e protecção, termorregulação e metabolismo, e ainda percepção e comunicação.

No entanto, a pele está diariamente sujeita a potenciais agentes agressores, externos e internos, que podem ter consequências negativas sobre a sua estrutura ou função. Estes fenómenos causam o seu envelhecimento e dão origem a doenças cutâneas variadas, como infecções, eczemas, acne, psoríase, e até cancros de pele.

A Dermatovenereologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças da pele, membranas mucosas e anexos cutâneos (unhas, pêlos, glândulas sudoríparas e sebáceas), das manifestações cutâneas de doenças sistémicas, e ainda das infecções sexualmente transmissíveis.

Dra. Margarida Moura Valejo Coelho

Consultas de Dermatovenereologia: Terças e Quintas-feiras das 16h30 às 19h
                                     
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Micoses cutâneas superficiais
As micoses cutâneas são infecções causadas por certos tipos de fungos, que podem afectar a pele, as unhas e o cabelo. Os fungos responsáveis são muito comuns na natureza e podem ser transmitidos entre seres humanos, ou a partir de animais e até do solo.
Alguns factores, externos e internos, podem favorecer o desenvolvimento destas infecções, nomeadamente o calor, a humidade, e alterações do sistema imunitário.


As micoses cutâneas podem ter várias manifestações clínicas, dependendo da área afectada e do tipo de fungo envolvido. Algumas das formas mais frequentes são:
  • Pitiríase versicolor: Infecção causada pelo fungo Malassezia furfur, geralmente caracterizada pelo aparecimento de manchas acastanhadas, esbranquiçadas ou avermelhadas, sobretudo nos ombros e parte superior do tronco. Ocorre mais frequentemente nos meses quentes de Verão.
  • Tinha dos pés: Infecção da pele dos pés, incluindo plantas e/ou espaços interdigitais, causada por vários tipos de fungos. Geralmente está associada a descamação da pele e prurido. É mais comum nos adultos. É o chamado “pé de atleta”.
  • Tinha das unhas ou onicomicose: Infecção fúngica que afecta mais frequentemente as unhas dos pés, embora possa também afectar as das mãos. Os seus sinais e sintomas são variados, incluindo, por exemplo: alteração da cor das unhas, unhas grossas, quebradiças ou com descamação. Ocorre muitas vezes em simultâneo com a tinha dos pés.
 
  • Tinha do cabelo: Infecção fúngica que pode causar descamação e prurido do couro cabeludo ou até perda de cabelo. É mais comum nas crianças.
  • Tinha inguinal: Infecção fúngica que afecta a pele das virilhas, podendo causar manchas avermelhadas e com prurido. É mais frequente nos homens adultos.
  • Candidíase mucocutânea: Infecção causada por fungos do tipo Candida. Pode afectar a pele (sobretudo áreas de pregas), a mucosa oral e a mucosa genital, ocorrendo em homens e em mulheres.
Por outro lado, várias doenças não infecciosas da pele, unhas e cabelos podem confundir-se clinicamente com as micoses, pelo que é importante a avaliação médica para estabelecer o diagnóstico correcto.
O tratamento das micoses cutâneas é aconselhado pelo Dermatologista conforme o tipo de infecção e aspectos relacionados com o próprio doente. Pode envolver tratamentos tópicos, como a aplicação de medicamentos em creme, pó, spray, verniz, champô, solução, espuma ou sabonete, ou a toma de medicamentos antifúngicos por via oral. O tempo de tratamento também é variável, mas geralmente prolongado (semanas a meses).
Dra. Margarida Moura Valejo Coelho

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